Os estudos do cérebro destacam como imprescindível entender e garantir a continuidade entre o currículo da Educação Infantil e o Ensino Fundamental 1, de 0 aos 10 anos.

As pesquisas em Neurociência e Antropologia da Educação revelam que a pessoa do professor e sua atuação pedagógica são fatores centrais para que aconteça a aprendizagem em sala de aula.

Banner

Cadastre-se e receba nossos informativos







Neste curso vamos analisar algumas práticas pedagógicas bem sucedidas e identificar quais fatores contribuem para que as crianças aprendam.

A análise será feita a partir dos conhecimentos da Neurociência sobre desenvolvimento humano na infância e sobre os processos de aprendizagem que acontecem no cérebro neste período e dos conhecimentos da Antropologia da Educação sobre dinâmica da sala de aula, comportamentos escolares e cultura da escola.

A partir desta análise serão identificados os fatores importantes para desenvolver o currículo e como planejar práticas pedagógicas que atendam às especificidades do desenvolvimento infantil na Educação Infantil e no Ensino Fundamental 1 com práticas pedagógicas que levem todos os alunos a aprender.

O planejamento do tempo, a organização do espaço, a educação da atenção e as práticas que apoiam o currículo serão temas abordados.

  • Destinado a educadores, professores e gestores, de Educação Infantil e de Ensino Fundamental 1.

Para fazer sua inscrição clique no botão PagSeguro e parcele em até 12 vezes:

 

 

Artigos Inéditos

CRECHE

Adaptação: um tempo de conquistas

Por: Angela Rizzi, Joyce M. Rosset e Maria Helena Webster

O espaço é o mesmo. As crianças são, na sua maioria, as mesmas e as famílias também. A equipe tem poucos profissionais novos.

Então por que é tão difícil começar de novo?

Por que temos uma fase de adaptação para lidar com aquilo que não é tão novidade? Leia+

Veja mais artigos!

VOZES DA INCLUSÃO: Bullying na escola inclusiva

Por Nívea Maria de Carvalho Fabrício e Paula Virgínia Viana Cantos

O processo de aprendizagem e a consequente preparação de uma criança para uma atuação social positiva e produtiva são responsabilidade de toda a sociedade. Porém os profissionais da educação têm um papel de destaque nesta questão. Leia+

VOZES DA INCLUSÃO: Crianças autistas vão à escola

Por Nívea Maria de Carvalho Fabrício e Paula Virgínia Viana Cantos

Todos nós que estamos trabalhando na área da educação há certo tempo podemos constatar que nos últimos anos a frequência de alunos com desenvolvimento atípico cresceu muito, e dentre estes os alunos, assim chamados, autistas. Que bom! É positivo, necessário e um direito de toda criança ter acesso ao sistema escolar, porém é necessário, para bem atendê-los, um trabalho pedagógico diferenciado. Leia+

Emoção: Neurociência & Método Montessori

Aprendizado ideal: com a cabeça, o coração e as mãos. Pestalozzi

Por Simone Viterbo Tartuce

Hoje, na esfera mundial educacional, encontramos pesquisas que ampliam o conhecimento sobre o processo de aprendizagem quanto à organização morfológica e funcional do cérebro - a contribuição da neurociência para a educação. Estes estudos legitimam a teoria educacional de Maria Montessori. Leia+

Reflexão: A perigosa medicalização da infância no reino da urgência e da falta de paciência

Por Isabel Parolin

Para provocar, compartilho com o leitor as frases que ouço e que imagino, não causarão estranhamento:

“Desisto! Vou levar essa menina num médico... Ela deve ter alguma coisa!”
“Esse menino só pode ter alguma coisa... Não obedece! Não ouve!”
“Se eu não der o medicamento pra ele, Deus me livre, ninguém aguenta...”
“Sem medicamento, nós da escola não conseguimos trabalhar com seu filho”.
“Vou procurar um médico pra dar um remedinho pra ver se ele aprende!”
“Depois que eu passei a medicar meu filho ele ficou ótimo, bem mais fácil de lidar. A professora também achou isso...”
Leia+

 

Relação entre dizer não e bullying

Por Alexandre Ventura

Saber dizer “não” é sinal de afirmação pessoal e de maturidade em todas as fases da vida. Constitui uma forma de alimentarmos a nossa auto-estima e de estabelecermos relações equilibradas com os outros. Quando utilizamos não e sim com critério nas nossas relações de trabalho, de amizade, de amor, estamos a fornecer aos outros uma espécie de mapa que lhes permita navegar de forma clara conosco. Leia+

Educação Infantil

Por Dilma Antunes Silva

Narrativas e práticas de leitura na creche: relatos sobre a importância da leitura para bebês.
Uma experiência com mães. Leia+

Assista ao vídeo e conheça a série Praticando o Letramento, de Sandra Bozza